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Déjà vu Estive, na última quarta-feira, num cinema na Rua Turiassu. A sessão não estava muito lotada. Não sei por que, mas apenas 18.761 espectadores compareceram ao espetáculo. Poderiam ter havido mais ingressos para o público visitante. Deixando isto de lado, o filme foi muito movimentado, corrido e sem pausas, com apenas uma propaganda depois dos primeiros 45 minutos. Tive sorte, pois o diretor ou juiz do filme não estragou o espetáculo. Do lado dos mocinhos, que estavam em casa, vi novos atores. Um deles, chamado Wendel Santana Pereira Santos, que já atuou Quem foi ao cinema, pôde rever um velho ator, que já ganhou um Oscar em 2002, no Japão, e já atuou em cinemas na Inglaterra, Escócia e Espanha. Seu nome é Oswaldo Giroldo Júnior, mais conhecido como Juninho Paulista. Mesmo afastado a algum tempo das telas por motivos médicos, Juninho mostrou que ainda tem pique e habilidade para estrelar qualquer filme e fazer dele um tremendo espetáculo. Quem fez o papel de vilão no cinema da Rua Turiassu, foi uma equipe de atores chamada SPFC. Não vou falar muito deles, pois já provaram a todos que têm condições de trazer mais um Oscar para o Morumbi. Finalizando, o filme foi dividido em duas partes. A segunda será disputada num lugar chamado Cícero Pompeu de Toledo, na próxima quarta-feira. Mas, após a primeira parte da projeção, percebi um pequeno detalhe... acho que já vi esse filme antes. Escrito por Moderador às 14h05
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La camisa diez Em tempos de forte marcação, valorização do jogo coletivo acima do individual e jogadores cada dia mais vigorosos, poucos ainda praticam o futebol – arte. O River Plate está longe de ser um time bonito de se ver, mas me encanta o futebol de um craque chamado Marcelo Gallardo. Revelado nas categorias de base do River, o meia de 30 anos, passou quatro temporadas no futebol francês, jogando pelo Mônaco e voltou em 2003 ao clube que o lançou. De grande habilidade, é impressionante como todas as jogadas de ataque passam pelos seus pés e ele distribui com maestria o jogo. É difícil ver, hoje em dia, um 10 clássico, que cobra escanteios dos dois lados, bate as faltas e pênaltis e além de capitão, comanda a equipe. Gallardo dificilmente erra um passe e joga sempre pra frente, com toques de bola precisos. Honrando a tradição argentina de jogadores como Maradona, Aimar, Riquelme e D’Alessandro, ele seria titular em quase todas as seleções do mundo, ainda mais hoje em dia que a mística da camisa número 10 está se tornando apenas uma lembrança do passado. Afinal o jogador que eu considero o melhor camisa 10 da atualidade, joga com a 5, que é Zinedine Zidane. Eu sei que muitos irão me xingar, mas Ronaldinho Gaucho seria o meu camisa 11em qualquer seleção ou equipe e não me conformo em ver o Kaká vestindo a 22 do Milan e a 8 do Brasil. Ele que deveria ser o dono da 10. Em alguns times, jogadores preferem utilizar números que lembram um time de basquete, 99,37,42,54... Portanto, a camisa imortalizada por Pelé e Maradona, que nos tempos áureos era vestida pelo grande maestro do time, hoje encontra poucos craques dignos de sua tradição e poucas equipes que lhe dão o devido valor... Escrito por Carlos Rodrigues.
Escrito por Moderador às 09h27
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Prévia do futebol europeu antes da Copa do Mundo
Muito se fala do futebol europeu, onde a audiência pelos jogos é enorme e o esporte é considerado uma forma de arte. Cada partida é um espetáculo das torcidas, com raras exceções. Lá, os gramados são muito belos e nota-se uma enorme diversidade nos principais países em que se pratica futebol. Entretanto, a soma dos territórios da Espanha, Itália, Portugal, Inglaterra, França e Inglaterra, não resulta nem em 50% das terras do Brasil, que detém domínio absoluta da bola. Os espanhóis são os mais sem originalidade. O país é o que mais importa jogadores oriundos, principalmente, da América Latina. Encontram-se, também, japoneses, e atletas da Europa ocidental. A mistura faz com que seja um futebol bem jogado e é o mais caro do mundo. É lógico que, por isso, atrai a imprensa e jogadores de todo o planeta. Mas, apesar da falta de craques espanhóis, a Seleção já é considerada boa e foi até cabeça de chave da Copa 2006. Já na terra em que se pratica o Calcio italiano, nota-se alguma importação e ainda se mantém uma tradição para revelar jogadores. Na “bota”, a disputa nos campos é a mais intensa. Não há a superioridade de nenhum time. A Liga Italiana 2006, assim como as outras competições européias, está chegando ao fim. A diferença entre os dois primeiros colocados é mínima, comparada às outras tabelas européias. Em relação à equipe principal, o país ainda conta com a tradição do Tri-Mundial. Na Superliga portuguesa, o futebol é de baixo nível técnico. Algum destaque a mais pode se dar ao Porto, Benfica e Sporting, mas o resto é lamentável. As principais equipes, obviamente, jogam em função de jogadores de outros países. A Seleção não tem nenhuma tradição e nem ponto forte. Só tem algum destaque no cenário por causa do General Felipão. Já os decanos do futebol são os que mais prezam a tática e a disciplina. Os jogadores ingleses demonstram uma enorme obediência Na França o futebol pode ser comparado ao de Portugal. O nível é baixo e, para comprovar isso, o Lyon, que vive em função de jogadores brasileiros, é pentacampeão. Times como Bordeaux e Olympique há muito tempo não conseguem acertar seu futebol. A Seleção tem somente um título, conquistado dentro de casa e com muita história mal explicada. Na Bundesliga alemã, as equipes conseguem manter um alto padrão de futebol e há boas disputas, com exceção dos últimos dois anos, em que o Bayern Munique obteve domínio e forma a base da seleção. A equipe, que irá disputar a Copa do Mundo em casa neste ano, está muito renovada e a “camisa” tem peso por causa dos títulos já conquistados. Escrito por Bruno Roberti Escrito por Moderador às 15h57
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E uma lágrima caiu..."Alô galera tricolor, aqui quem fala é Telê Santana, vamos todos cantar esse belo hino do São Paulo". Foi ao som do CD Hinos de Clubes da Revista Placar que, antes do seu término, soube da morte do mestre Telê.Relembrei o dia que acordei no meio da madrugada para assistir a final do Campeonato Interclubes entre São Paulo x Milan, do sorriso orgulhoso ao ver o time campeão, do caloroso abraço do Raí no mestre Telê em um dos seus gols, da prioridade que ele dava às categorias de base, das suas táticas ofensivas, entre outras lembranças. Foi inevitável: uma lágrima caiu. Perguntei-me o motivo? Pensei logo em saudade. Saudade do futebol alegre, ofensivo e da certeza de um bom espetáculo que o mestre sempre proporcionou nas equipes por onde passou. Defensor do futebol arte, cujo comandados não entravam em campo pensando exclusivamente em bater, como muitos volantes truculentos de hoje em dia. Além disso, pensei também que o vencer muitas vezes não é tudo. Faça um teste: veja alguns vídeos da copa de 82 e 86 e compare com os da copa de 94.Qual é a sua opinião?Sinceramente, achei o título de 94 tão xoxo! Muitas pessoas falarão que os tempos eram outros, mas as 4 linhas sempre foram as mesmas. Termino esse meu primeiro post de luto e, através dos versos que seguem abaixo, deixo minha homenagem ao mestre Telê Santana da Silva, onde quer que esteja. "Sou tricolor de coração Sou do clube tantas vezes campeão Fascina pela tua disciplina o Fluminense me domina Pois quem espera sempre alcança" Escrito por Escrito por Moderador às 01h16
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Os "Não - Convocados" I O futebol brasileiro tem uma quantidade tão grande de talentos, que muitos jogadores que seriam titulares em qualquer seleção do mundo, sequer são lembrados pelo técnico Parreira, que muitas vezes justifica a fama de teimoso e prefere convocar os seus “jogadores de confiança” do que aqueles que vem se destacando. Vamos à seleção: Rogério Ceni (São Paulo) – O goleiro teve em 2005, o seu melhor ano, sendo o destaque da Libertadores e do Mundial Interclubes. Além de suas grandes defesas, é um exímio cobrador de faltas e foi artilheiro do São Paulo no último ano com 21 gols. Atravessa grande fase e talvez apareça na seleção devido à contusão de Marcos. Belleti (Barcelona) – Reserva de Cafu na Copa de 2002. Tem suas limitações, mas devido à escassez de bons jogadores na lateral direita é a melhor opção na ausência do capitão Cafu e do habilidoso Cicinho. Alex (PSV Eindhoven) – Revelado pelo Santos no Brasileirão de 2002, Alex une força física e técnica para dar segurança à defesa. Ainda é jovem e se jogasse no futebol alemão, como Lucio e Roque Junior; certamente estaria na Seleção. Chris (Lyon) – Revelado pelo Corinthians, teve uma grande fase no Cruzeiro de Wanderley Luxemburgo e atualmente é titular no Lyon, pentacampeão francês. É uma das dúvidas de Parreira para a zaga e tem boas chances de ir a Copa. Júnior (São Paulo) – Desde os tempos de Palmeiras, sempre foi a sombra de Roberto Carlos. Atravessa uma ótima fase no São Paulo, porém Parreira insiste com Gustavo Nery, que veio para o Corinthians, mas deixou o seu futebol na Alemanha. Mineiro (São Paulo) – Considerado o melhor volante do futebol brasileiro, tem uma precisão cirúrgica nos desarmes, marca como poucos e costuma aparecer bem no ataque, marcando gols, como no Mundial Interclubes. Já esteve na seleção de Emerson Leão e passou por São Caetano e Ponte Preta até brilhar no São Paulo. Marcelo Mattos (Corinthians) – O volante corinthiano apareceu muito bem no ultimo campeonato brasileiro e vem se destacando pela sua forte marcação e pela qualidade nos passes. É jovem e tem muito futuro na seleção. Mais técnico e eficiente que Gilberto Silva, por exemplo. Alex (Fenerbahce) – Um meia clássico que possui muita técnica e visão de jogo. Tem a capacidade de criar jogadas antológicas com a canhota. Craque consagrado no Palmeiras e no Cruzeiro. É inexplicável que fique fora da seleção, uma vez que o convocado Ricardinho tem jogado um futebol ridículo. Marcelinho Paraíba (Hertha Berlim) – Ponta de lança revelado pelo Rio Branco e com ótimas passagens por São Paulo e Grêmio. Unanimidade na Alemanha, idolatrado no Hertha Berlim e considerado o melhor jogador do futebol alemão. Realmente é uma pena que ele sequer seja lembrado. Nilmar (Corinthians) – revelado pelo Internacional e com passagem pelo Lyon, é o artilheiro do ano e melhor centroavante disparado do futebol brasileiro. É rápido, goleador e finaliza muito bem. Apesar de jovem, tem muita experiência e merece ser titular ao lado de Ronaldo no ataque canarinho. Amoroso ( Milan) – O ex “número um” de Zagalo, Amoroso é um jogador ímpar. Artilheiro no futebol alemão, italiano e espanhol, foi brilhante na conquista da Libertadores pelo São Paulo, no último ano. Tinha grande chance de ir a Copa, mas preferiu esquentar o banco de reservas do Milan do que ser o craque tricolor.
Escrito por Carlos Rodrigues Escrito por Moderador às 15h53
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De A a Z, ou quase isso, no dicionário dos nomes no futebol Além da enorme habilidade com a bola nos pés, os brasileiros são os campeões mundiais em dar nomes inusitados e criar apelidos para seus jogadores. Ilustres ou desconhecidos, alguns deles ficam mais famosos pelo seu nome do que pelo seu talento com a redonda. Resolvemos unir alguns, mesmo porque é impossível se lembrar de todos. A história tem início com um velho senhor chamado Nilson, que teve uma família enorme de jogadores por todo o país, como o baiano Edílson, o mineiro Evanilson, que hoje joga na Alemanha e já passou pelo Atlético-MG, além dos paulistas Edmilson e Denílson, exs-São Paulo, e o caçula Lenilson, atual SP. Menos conhecido é o primo deles Anailson, que vai e volta no São Caetano, e seu compadre Jadilson, bom lateral revelado pelo Goiás. Alguns jogadores vieram diretamente do canil para os campos, como Cláudio e Regis Pitbull, que ladram, mas não mordem e o violento Reginaldo Cachorrão, que só quer os ossos das canelas adversárias. Já o ex-são paulino Grafite, poderia escrever uma bela história mas no final saiu rabiscado. Enquanto isso cinco irmãos servem de referência para que as crianças aprendam melhor o alfabeto: Dada Maravilha, Dedê, que veio de Minas para ganhar os gramados alemães, Didi Folha Seca, Dodô, campeão recentemente pelo Botafogo, e Dudu, da Academia do Palmeiras. Antes deles, Kaká, Cafu e Cate, já passaram pelo São Paulo. A letra Z parece ter uma mística, afinal dá nome a ótimos jogadores. Nas laterais lusitanas surgiram Zé Maria e Zé Roberto. O Flamengo teve Zico e Zinho, dois ótimos meias. Antigamente Zizinho e Zito eram grandes craques do nosso futebol. Os estrangeiros descobriram o poder da letra Z presente nos brasileiros e utilizaram em Zidane e Zamorano. O Leão justifica a fama de rei da fauna. Somente ele colocou nos eixos o “Animal” Edmundo e certamente faria o mesmo com o “Pantera” Donizete. Em compensação, o técnico Galo não conseguiu ainda colocar ordem em seu galinheiro e está sumido. Vindos dos mares, os atacantes Adhemar, artilheiro do Brasileirão em 2000 pelo Azulão, e Nilmar, o melhor forward brasileiro hoje, mandam as defesas adversárias água abaixo. Já o goleador Careca sempre foi cabeludo e o “Pé-de-anjo” Marcelinho, que nunca teve um comportamento angelical dentro de campo parou nas mãos de “São” Marcos durante a Libertadores, no jogo Palmeiras x Corinthians. Entre os mais inusitados, Vampeta é uma combinação bizarra de vampiro e capeta e o zagueiro Odvan vem da música “O Divã” de Roberto Carlos. Uma dupla de atacantes ficou conhecida por sua velocidade, o “The Flash” Valdeir e Euller “O Filho do Vento”, no Tricolor paulista. Os estados e cidades do Nordeste são fontes de inspiração para jogadores como Marcelinho Paraíba e Augusto Recife. Em compensação o senhor Baiano tem muitos filhos espalhados por aí. O mais velho, Gil Baiano, fez sucesso no interior de São Paulo, os filhos do meio Junior e Fabio Baiano sempre foram briguentos e o caçula Fernando Baiano anda meio distante da família. Para finalizar, os diminutivos e aumentativos merecem um capítulo a parte e é a maioria no nosso futebol. Fabão e Fabinho, Chicão e Chiquinho, Luisão e Luisinho, Paulão e Paulinho podem parecer, mas não são duplas sertanejas.
Escrito por Carlos Rodrigues e Bruno Roberti Escrito por Moderador às 14h26
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Maneiras de se acompanhar futebol - Diversão com amigos: neste caso, a pessoa se junta com alguns amigos para ver uma partida de futebol. Normalmente isso é feito na casa de quem tem uma churrasqueira, de preferência com uma bela televisão. O jogo é regado a muita cerveja, bate papo, discussões acaloradas. Usualmente, ninguém entende nada e são apenas torcedores fanáticos. - No estádio: aqui, as pessoas não conseguem acompanhar com atenção o jogo por alguns motivos. Local em que você fica, muito barulho, sem replay, sem narração, etc. - Sozinho na televisão: aqui pode dividir em duas categorias. O que não tem nada para assitir e simplesmente coloca no jogo; aquele que gostaria de ver o jogo e prestar atenção no aspecto tático, nas substituições, no comportamento dos jogadores e técnicos, etc. Para prestar atenção nisso tudo, você DEVE assistir ao jogo sozinho, a fim de obter o máximo de concentração. - Jornalista esportivo*: esse não assiste a absolutamente nada. Quando uma pessoa tem que escrever sobre determinado jogo, ele fica concentrado no texto, nos cartões, nos lances perigosos e nos nomes dos jogadores. Assim que o jogo acaba, o relato deve estar pronto. É humanamente impossível alguém prestar atenção numa partida e escrever sobre ela ao mesmo tempo. - Comentarista esportivo**: este aqui sim consegue ver muito bem o jogo e fazer todas as análises citadas no “Sozinho na televisão”. Ele deve comentar o jogo e é pago para fazer isso. - Narrador esportivo: este acompanha mais ou menos. Como ele é o responsável pela transmissão, deve prestar atenção nos jogadores e em todos os funcionários, como repórteres no gramado, imagens na TV, comentaristas, etc. *Este é o que eu sou Escrito por Bruno Roberti Escrito por Moderador às 11h21
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Seleções
Pessoal. Resolvemos fazer as melhores seleções, nacionais e internacionais, dos craques de 90 para cá. Não colocamos jogadores que já estavam praticamente em fim de carreira no começo da década. Também deixamos de lado o argentino Maradona, que é Hours Concours. A formação tática da equipe é no 4-4-2, com um goleiro, dois laterais um zagueiro-central, um quarto-zagueiro, dois volantes (não necessariamente de marcação), dois meias de ligação, um atacante e um centroavante. Também colocamos jogadores que atuaram em diferentes posições, com a que mais agradou ao jurado que montou a equipe. As unanimidades foram Dunga (Seleção Brasileira) e Maldini/Zidane (Seleção Internacional). Brasil: Zetti; Cicinho, Antônio Carlos, Mauro Galvão e Júnior; Dunga, Mineiro, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Denner (im) e Ronaldo. T: Vanderlei Luxemburgo Internacional: Kahn (ALE); Thuram (FRA), Gamarra (PAR), Lugano (URU) e Maldini (ITA); Gerrard (ING), Zidane (FRA), Mathaus (ALE) e Roberto Baggio (ITA); Klinsmann (ALE) e Lineker (ING). T: Franz Beckenbauer (ALE) Carlos Henrique Brasil: Rogério Ceni; Cafu, Antônio Carlos, Válber e Leonardo; Dunga, Cerezo, Raí e Ronaldinho Gaúcho; Muller e Romário. T: Telê Santana Internacional: Chilavert (CHI); Thuram (FRA), Gamarra (PAR), Baresi (ITA) e Maldini (ITA); Vieira (FRA), Redondo (ARG), Zidane (FRA) e Figo (POR); Roberto Baggio (ITA) e Batistuta (ARG). T: Carlos Bianchi (ARG) Danilo Scharan Brasil: Rogério Ceni; Cafu, Antônio Carlos, Rodrigo e Leonardo; Dunga, Kaká, Raí e Ronaldinho Gaúcho; Denner (im) e Ronaldo. T: Telê Santana Internacional: Peter Schmeichel (DIN), Dino Baggio (ITA), Gamarra (PAR), Lugano (URU) e Maldini (ITA); Redondo (ARG), Zidane (FRA), Mathaus (ALE) e Jari Litmanen (FIN); Schevchenko (UCR) e Klinsmann (ALE). Técnico: Bora Milutinovic (IUG) Leonardo Ghiuro Brasil: Taffarel; Cafu, Lúcio, Júnior Baiano e Serginho; Dunga, Edu, Raí e Edmundo; Romário e Ronaldo. T: Luiz Felipe Scolari Internacional: Peter Schmeichel (DIN), Jeremies (ALE), Taribo West (NIG), Blanc (FRA) e Maldini (ITA); Gerrard (ING), Beckham (ING), Zidane (FRA) e Riquelme (ARG); Caniggia (ARG) e Hasan Sas (TUR). T: Carlos Bianchi (ARG)
Escrito por Moderador às 14h28
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